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Cinema

“O Jogo da Imitação”

Quem já é assinante do Netflix, percebeu que andam rolando algumas novidades por lá! De cara, eu fiquei mega surpresa, pois nunca encontramos lançamentos no site, mas parece que as coisas estão mudando bastante. Recebi um e-mail da empresa me informando que haviam adicionado o filme O Jogo da Imitação e, como eu já estava querendo assistir fazia um tempo, não pensei duas vezes antes de sentar em frente à TV e começar a ver o filme!

 

Todo filme que é indicado ao Oscar já me chama atenção, afinal, deve ter algo bom no filme para ter sido indicado, né? Para este, exatamente, foram feitas oito indicações para o Oscar 2015 e, depois de ter visto o filme, não tive dúvidas dos motivos. Ele é realmente muito bom!

Costumo falar aqui no blog sobre filmes de suspense, pois são os meus favoritos. O Jogo da Imitação é um drama, gênero que as vezes não me agrada muito, mas nesse em específico, me agradou bastante! A história começa com o início da Segunda Guerra Mundial, colocando em foco a batalha entre o Reino Unido e a Alemanha. O sistema alemão possui o Enigma, que não passa de uma máquina para enviar mensagens entre os soldados. O que complica mesmo, é que as mensagens são criptografas e mudam sua lógica diariamente, fazendo com que nenhuma outra nação descubra suas mensagens de ataque.

O governo britânico decide então montar uma equipe para tentar decifrar o Enigma, o que de início, parece uma tarefa impossível. Entre os integrantes, temos Alan Turning (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos, que teve uma influência muito grande na inteligência artificial dos dias de hoje. Às seis da manhã, a primeira mensagem era interceptada e, meia noite, o código mudava completamente, dando apenas 18 horas aos especialistas para decifrarem o mesmo. Quando o código mudava, eles tinha que começar do zero. Isso acabava por gerar revoltas e conflitos entre os especialistas, principalmente por Turning ter a ideia de criar uma máquina para decifrar os códigos, dedicando-se apenas à ela e deixando os colegas decifrarem sozinhos.

Pela sua inteligência e pulso firme, não demora muito para que Turning comece a liderar a equipe. Porém, como não é tão querido assim pelos seus colegas, tem dificuldades em dar continuidade a sua máquina. Com a ajuda de Joan Clarke (Keira Knightley), Alan começa a aprendar a trabalhar em equipe e consegue a ajuda necessária para terminar sua máquina.

Não gosto de falar muito sobre o filme, pois acabo contando partes que não deveria contar! Então, só irei falar isso mesmo, hahaha.

Gostei bastante do filme e é por isso que a indicação da vez é essa. Quem ainda não viu, corre no Netflix ou no Mega Filmes HD para ver.

Quem assistiu, gostou?

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Julie Chagas

Julie Chagas tem 23 anos, mora em Salvador – Bahia e ama se vestir bem e ficar de olho nas últimas tendências do mundo fashion.

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